segunda-feira, 18 de junho de 2012

Professora cola adesivo em aluna de quatro anos

Na ausência do caderno de recados da garota, que havia esquecido o material em casa, aviso sobre a festa junina foi colado no corpo

A professora de uma escola pública infantil de Itapetininga, a 160 km de São Paulo, colou um adesivo no braço de uma aluna de quatro anos para mandar um recado à mãe dela. A maneira absurda de informar a família sobre uma festa junina que ocorreria na escola teria adotada porque a criança se esqueceu de levar o caderno de anotações para a escola.
Uma tia da aluna, que é responsável por buscar a menina após as aulas, estranhou o adereço colado no braço da criança. Ao retirar o comunicado, a pele da aluna ficou marcada.
O bilhete informava que forma os alunos deveriam ir vestidos para a festa junina. O fato ocorreu na quarta-feira e, no dia seguinte, a família procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência pelo constrangimento sofrido pela menina. Ela está matriculada numa classe da fase maternal e, segundo a mãe, agora se nega a ir à escola. A criança passou por exame de corpo de delito.
O promotor da Infância e Juventude, Leandro Conti, informou que a denúncia dos pais será investigada. A prefeitura também disse ter aberto uma apuração do caso e, entre as medidas possíveis, pode determinar o afastamento da professora.
(Com Agência Estado)


Postado por: Camilla Alves

http://bit.ly/LSSJNa

Guarda-chuva recarrega bateria e amplia qualidade de sinal do celular

Novidade promete recarregar energia do smartphone em apenas três horas e aumentar a frequência de sinal
18 de Junho de 2012 | 16:00h


Booster Brolly
A operadora de telefonia britânica Vodafone revelou um protótipo de guarda-chuva que pode aumentar a frequência e qualidade do sinal do celular e recarregar a bateria do aparelho, ao mesmo tempo.

O Booster Brolly, como foi intitulado, está sendo desenvolvido pela Vodafone em parceria com a Universidade College London (Reino Unido). O produto é feito em fibra de carbono e possui 12 placas solares acopladas na parte superior, usadas para fornecer a energia necessária para a recarga da bateria do smartphone.

Além disso, uma porta USB no guarda-chuva permite conectar o dispositivo. De acordo com os criadores da ideia, o celular é recarregado em até três horas. A Vodafone pretende apresentar o Booster Brolly ao público durante o festival de música Isle of Wight, na Inglaterra, que acontecerá no dia 22 de junho.


Postado por: Camilla Alves

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Governo de SP usa cartilha e facebook em ação contra bullying

Capa da cartilha sobre combate ao bullying que será distribuída aos professores da rede estadual de São Paulo (Foto: Divulgação)

O Governo do Estado de São Paulo lançou nesta quarta-feira (13) uma campanha contra o bullying que vai atingir todas as 5,3 mil escolas estaduais. Entre as ações está a distribuição de 250 mil cartilhas sobre o tema lançada em 2010 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A campanha inclui também a parceria com a iniciativa “Chega de Bullying”, do Facebook e do canal Cartoon Network, que teve início no ano passado nos Estados Unidos e começa agora no Brasil. Por meio de uma ferramenta vinculada a uma fan page, a rede social oferece a possibilidade de criar grupos para prevenir atos de violência nas escolas e divulgar conteúdos como vídeos, depoimentos e informativos sobre o tema.
O anúncio foi feito na Escola Visconde de Itaúna, no Ipiranga, Zona Sul de São Paulo, com a presença presença do governador Geraldo Alckmin, do secretário da Educação Herman Voorwald, do vice-presidente do Facebook para a América Latina, Alexandre Hohagen, entre outros.
Para marcar o início da ação, que tem como madrinha a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Lu Alckmin, uma mensagem de conscientização será lida nesta quarta para os 4,3 milhões de alunos das escolas estaduais.
O Governo anunciou ainda o lançamento da fan page da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (http://www.facebook.com/EducaSP). Essa é a primeira ferramenta de rede social com cunho pedagógico lançada pela secretaria e visa ampliar a interatividade com os alunos e toda a comunidade escolar.
As 250 mil cartilhas serão distribuídas para todos os professores da rede estadual. O material esclarece dúvidas sobre como identificar agressores e vítimas, qual é o comportamento dessas crianças, dá dicas para auxiliar na superação dos problemas, entre outras informações. A cartilha também estará disponível para download no Portal da Secretaria.   http://glo.bo/L4vezK

Bianca Guimarães

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Excesso de videogame eleva isolamento e agressividade das crianças

Em uma pesquisa que ouviu 204 famílias da Grã-Bretanha, a entidade ressalta os riscos do excesso da atividade e a necessidade de que os pais estabeleçam limites na relação que as crianças desenvolvem com os jogos eletrônicos.Os pais de crianças entre 9 e 18 anos acreditam que o videogame influencie o convívio familiar e as habilidades sociais de seus filhos. A pesquisa apurou que 46% dos pais acham que o excesso dos jogos leva a menos cooperação em casa.
"A situação mais típica que encontramos é da criança que se torna irritada e agressiva quando solicitada a arrumar o quarto, fazer os deveres de casa ou jantar, quando o que ela realmente quer é continuar jogando videogame", disse Mike Fisher, diretor da BAAM. Na escola, professores se queixam de alunos com falta de concentração, sonolência, irritabilidade e dificuldades de interagir com os colegas. Mas esses são apenas alguns dos efeitos que a obsessão pelos jogos pode causar, explica Fisher.
Estudos e exemplos práticos mostram que a continuidade do isolamento social pode levar a casos extremos como o dois dois adolescentes que mataram 12 colegas e um professor em Columbine, nos Estados Unidos, em 1999, e do norueguês Anders Breivik, que em julho do ano passado matou 69 pessoas em um ataque a uma colônia de férias. Nos dois casos emblemáticos os assassinos passavam mais de dez horas por dia jogando videogames violentos. "Breivik admitiu jogar 'Call of Duty', um game de violência, por mais de 16 horas por dia, com o objetivo de treinar a coordenação necessária para atirar com eficiência", diz Fisher.

Fuga da realidade
Embora o início do interesse pelo videogame esteja relacionado a uma diversão saudável - estágio no qual muitas crianças e adolescentes permanecem e que não tem grandes efeitos nocivos - o aumento do número de horas em frente da tela e o distanciamento do convívio social está ligado a uma fuga de questões emocionais.
"Atualmente as famílias e a escola não estão preparadas para lidar com a crescente frustração e outras dificuldades enfrentadas pelas crianças. Muitos encontram nos videogames uma realidade virtual para fugir de suas próprias emoções", diz Fisher.
Na visão da BAAM, que oferece tratamento e sessões de terapia a jovens entre 13 e 17 anos, em casos extremos a capacidade de empatia e cooperação com outros seres humanos chega a ser praticamente anulada. Os resultados mostram que 67% das crianças jogam sozinhas, 38% com amigos e 54% em plataformas online.
Muitos adolescentes não conseguem mais se identificar com sentimentos de compaixão, solidariedade e outros aspectos de convivência em grupo, e alguns chegam a replicar as cenas de violência dos jogos na realidade, quando confrontados com desafios, ordens, pedidos ou situações em que ficam irritados com irmãos, amigos ou colegas de classe.

Limites
Os resultados da pesquisa britânica reforçam tais padrões psicológicos e alertam para a necessidade de os pais identificarem e tomarem atitudes.
Para Mike Fischer, as famílias precisam deixar claro às crianças e adolescentes que o desrespeito às regras da casa e o número excessivo de horas em frente à tela do videogame serão punidos. "Achei que teríamos resultados ainda mais negativos, mas de qualquer forma são números preocupantes. Os pais precisam determinar a quantidade de horas que as crianças jogam. Muitos pais querem paz e tranquilidade, e assim a criança aprende que ao ficar irritada conseguirá o que quer", diz o diretor da BAAM, acrescentando que a entidade treina os pais a estabelecerem limites.

http://bit.ly/MeJyFP

Postado por: Maria Anielle